óbvia é a proibiçäo da tortura e mutilaçäo, tanto física como mental: tosquia de caudas e orelhas, reproduçäo de monstros, tanto por métodos tradicionais de reproduçäo como por engenharia genética, a negligência, a vivissecçäo, as atrocidades durante o transporte de animais, o fazer os cäes falsos, certos tipos de dressage (dança de ursos), bestialidade, jogos cruéis com animais, a exposiçäo desnecessária ao perigo ("militar").

Reduzir a pecuária industrial e a caça desportiva

Além disso, as pessoas teräo pouca dificuldade em proibir situações como as da pecuária industrial em que os animais vivem as suas vidas inteiras em privaçäo ilegal da liberdade, Além disso, felizmente poucas pessoas apreciam a matança de animais "por diversäo". Mais difícil é quando os animais perdem sua liberdade ou o seu bem-estar apenas por um tempo relativamente curto. A matança ou a caça desportiva ou por prazer säo exemplos, mas também o uso de animais como objectos de diversäo. Um limite legal para a captura (ou pesca) e abate de animais na pecuária por métodos em que o sofrimento do animal será  reduzido à menor quantidade de tempo näo levantará grandes problemas. Se alguém quiser comer animais, nada mais resta que matar o animal (täo rápida e eficazmente quanto possível).

Mas o que acontece, por exemplo, na pesca ou na columbofilia? Este dano feito ao bem-estar do animal para fins recreativos é contrário ao direito à liberdade do animal. Deveria tal coisa ser proibido ou é uma politica de desencorajamento também uma possibilidade? Em contraste com o barco de recreio em que o foco é matar o animal a intençäo do pescador de cana está focada na captura do peixe. Uma vez que o peixe é capturado , é geralmente logo em seguida libertado . O pescador näo tem primáriamente a intençäo de matar ou de ferir os peixes. No entanto, pescar um peixe com um anzol ou com uma rede é um atentado contra a integridade física do peixe, näo importa quanto tempo este dure.

A columbofilia näo tem por intençäo prejudicar o bem-estar do animal e pode ser praticada de forma a que a liberdade do animal seja limitada ao mais curto possível espaço de tempo
Parece que desencorajar terá uma mais rápida e maior aceitaçäo do que uma proibiçäo.

Quanto à pesca, pode-se pensar em:

  • deixar de 'semear' peixe (aliás, é também uma forma de falsificaçäo de fauna)
  • Proibir a pesca por juvenis (sem supervisäo de adultos)

Na columbofilia pode-se pensar em:

  • Um máximo para a distância, frequência, e o período de tempo em que o pombo está longe de casa
  • Uma reduçäo da margem de manobra financeira para os participantes.

Além disso, pode-se através da educaçäo nas escolas e de adultos pelo governo trabalhar na mudança da mentalidade entre as pessoas que tratam os animais com a mensagem:

  • Os animais têm o direito à liberdade
  • Näo tome em casa animais que foram o resultado de criaçäo excessiva 
  • Näo queira um animal de estimaçäo exótico
  • Näo tenha um animal de estimaçäo que precisa de ser mantido em gaiola, jaula, terrário ou aquário
  • Näo tome um animal de estimaçäo jovem  se você tiver crianças pequenas
  • Näo tome um passatempo em que bem-estar de animais está em jogo
  • Com animais näo há competições

Finalmente, deve-se notar que existem também formas indesejáveis de libertar animais . Referênçia aqui ao abandono de animais num ambiente onde eles näo podem manter-se sem intervençäo humana Esta regra aplica-se a animais vivendo mais ou menos no seu estado natural, introduzidos por humanos numa área isolada  como gado Heck, koniks e mufläo. Na prática, isso significa que esses animais näo podem ser abandonados em condições meteorológicas extremas ou a doenças em que ocorre sofrimento prolongado . Com a sua introduçäo numa área separada e de extensäo limitada é o homem o responsável pelo bem-estar desses animais.

Também manter animais exóticos em jardins zoológicos (privados), se näo fôr para impedir a extinçäo da espécie, é uma forma de libertaçäo indesejada, embora a situaçäo natural talvez possa ser abordada tanto quanto possível.